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Terreiro de Umbanda e Culto aos Ancestrais

Uma casa de Umbanda Ancestral, onde a espiritualidade é vivida com acolhimento, fundamento e responsabilidade.

O Templo das Almas nasceu da vontade de construir um lugar onde as pessoas pudessem se aproximar da espiritualidade sem precisar deixar a própria humanidade do lado de fora.

Por que existimos

Para você chegar e poder ser você

Um lugar para chegar com perguntas, aprender, ser ouvido, conviver e conhecer a ancestralidade.

Porque uma tradição não vive apenas dentro de um ritual. Ela também está naquilo que aprendemos com quem veio antes e na maneira como escolhemos levar esse conhecimento para a vida.

Por isso, acreditamos que uma casa espiritual deve oferecer mais do que respostas. Deve criar espaço para estudo, desenvolvimento, convivência e responsabilidade.

Nossa história

Como tudo começou

Todo templo começa antes de existir como templo. Antes das paredes, dos rituais e dos nomes, existe uma caminhada. A nossa começou em experiências, encontros, aprendizados e escolhas que, com o tempo, deram forma ao que hoje chamamos de Templo das Almas.

Nossos pilares

AMOR | HONRA | ANCESTRALIDADE

Uma casa não se sustenta apenas por aquilo que acontece dentro de seus rituais. Ela também se constrói na forma como recebe as pessoas, preserva seus fundamentos, estuda sua história e cuida da comunidade.

Por isso que os nossos pilares seguem esses princípios:

Acolhimento

Toda pessoa que chega merece ser recebida com respeito. Acolher não significa ter todas as respostas. Significa saber escutar, orientar com responsabilidade e reconhecer a história de quem está diante de nós.

Fundamento

Conhecimento não é enfeite. Buscamos compreender as tradições que praticamos, suas histórias, seus fundamentos e os caminhos pelos quais esses saberes chegaram até nós.

Ancestralidade

Honrar quem veio antes também significa conhecer suas histórias, reconhecer suas lutas e assumir responsabilidade pelo que recebemos.

Comunidade

Uma casa não é feita apenas de paredes. Ela é construída pelas pessoas que chegam, participam, aprendem, ensinam, assumem responsabilidades e ajudam a manter viva uma caminhada coletiva.

Quem está à frente

Mãe Bruna e Pai Juca

Mãe Bruna Fafunmilọla, sacerdotisa do Templo das Almas

Mãe Bruna Fafunmilọla

"A beleza não deve temer as sombras."

Arquiteta por formação. Sacerdotisa por missão.

No mundo físico, projeto espaços para serem habitados com dignidade. No espiritual, construo caminhos para que cada alma reconheça a própria potência.

Para mim, a Calunga é o terreno mais fértil que existe. O fim nunca é apenas um fim. É o adubo do que ainda precisa florescer.

Não me interessa a superfície das histórias. O oráculo me ensinou a enxergar o invisível. A magia me ensinou que toda transformação precisa de fundamento.

Pai Juca (Joaquim), sacerdote do Templo das Almas

Pai Juca (Joaquim)

"Dos grandes caçadores vem a minha força."

Sou publicitário de formação e estrategista por vocação.

Hoje entendo que a força dos grandes caçadores também habita a forma como penso, crio e encontro caminhos.

Foi como O Guardião das Almas que a espiritualidade me conduziu à minha missão. À frente do Templo das Almas, carrego na Calunga a força da minha ancestralidade e faço da minha caminhada como homem trans um compromisso diário com o cuidado, a escuta e a resistência.

Acredito que servir é acolher, orientar e construir pontes entre o mundo espiritual e a vida cotidiana, sempre com fundamento, estudo e responsabilidade.

Comunidade

Uma casa se constrói com pessoas

O Templo das Almas não existe apenas para quem está à frente dele. Ele também é construído por cada pessoa que chega, participa, pergunta, aprende, compartilha e ajuda a manter a casa viva.




Corpo Sacerdotal

Quem também sustenta a casa

Cada função dentro da casa carrega uma responsabilidade. Cada pessoa também.

Cecília Moreira, Mãe Pequena do Templo das Almas

Mãe Ceci de Xango

"Reine na sua verdade. Domine o seu mistério"

Mãe Pequena da Casa.

Aprendendo e se aprofundando cada vez mais nos mistérios da ancestralidade, é responsável pelo auxílio nas atividades do Templo, pela organização dos filhos e por toda a parte de marketing.

Pedro de Odé, Ogã Chefe do Templo das Almas

Pedro de Odé

"Encontrei na curimba o lugar onde minha alma sempre pertenceu, e nos caminhos de Logunedé me encontro cada vez mais"

Ogã Chefe do Templo.

Responsável pelo Samba da Dona Ana — nossa curimba — e por tudo o que diz respeito a ela: desde a organização de pontos até passar seus conhecimentos para quem quer aprender mais sobre pontos cantados, fundamentos da curimba e afins.




O encontro com o sagrado nunca deveria nascer do medo ou da culpa. Acreditamos em uma espiritualidade que devolve você para a vida através da prática, da memória e da responsabilidade.

Cultuar ancestralidade é prática, memória e responsabilidade.

É essa casa que estamos construindo.

Leia o Manifesto Completo Aqui